Estes dois germens morais, atormentadores da criatura, mereceram de Allan Kardec uma indagação, por considerar necessária uma explicação sobre em quem recairia a culpa dos sofrimentos morais do homem. Ele já sabia que os (sofrimentos) materiais se originam no homem.
Através da pergunta 933 de “O Livro dos Espíritos”, ficou sabendo que a inveja e o ciúme são dois vermes roedores, felizes são os que os desconhecem e que quando eles atacam não há calma nem repouso possível para quem os porta. São autênticos fantasmas que não dão tréguas e perseguem o homem até nos sonhos. Levantam o objeto das suas cobiças, do seu ódio, do seu despeito. O invejoso e o ciumento vivem ardendo em febre contínua. Desta forma, o homem passa a criar para si mesmo suplícios voluntários, fazendo com que a Terra seja um verdadeiro inferno. Abramos um parêntese: recorrendo ao dicionarista Aurélio Buarque de Holanda, perceberemos que ciúme é também um despeito invejoso; é inveja. E inveja é desgosto, pesar pelo bem o…
Através da pergunta 933 de “O Livro dos Espíritos”, ficou sabendo que a inveja e o ciúme são dois vermes roedores, felizes são os que os desconhecem e que quando eles atacam não há calma nem repouso possível para quem os porta. São autênticos fantasmas que não dão tréguas e perseguem o homem até nos sonhos. Levantam o objeto das suas cobiças, do seu ódio, do seu despeito. O invejoso e o ciumento vivem ardendo em febre contínua. Desta forma, o homem passa a criar para si mesmo suplícios voluntários, fazendo com que a Terra seja um verdadeiro inferno. Abramos um parêntese: recorrendo ao dicionarista Aurélio Buarque de Holanda, perceberemos que ciúme é também um despeito invejoso; é inveja. E inveja é desgosto, pesar pelo bem o…