(...) O espírita quando, finalmente, alcança a compreensão de que, espiritualmente, trabalha para si e não para os outros: - nada mais o faz recuar, nada mais o desanima, nada mais o entristece, nada mais o decepciona, nada mais o magoa... Quando o servidor de Jesus na seara espírita, conquista o entendimento maior de que é o artífice da própria felicidade, na construção cotidiana do destino, nada mais o abate, nada mais o desespera, nada mais o deprime... Quando o discípulo do Evangelho nas luzes da Terceira Revelação, assimila, em espírito e em verdade, as lições do Mestre, ele não mais se permite cruzar os braços, perder tempo em polemicas