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Mostrando postagens de Outubro, 2012

O paralítico

Certa feita, estando Jesus em Cafarnaum, a notícia correu e muitos se aglomeraram junto à casa em que Ele estava. Tantos eram os que desejavam ouvir Sua palavra, que não cabiam sequer junto à porta. Chegou, então, um paralítico, conduzido por quatro homens. Não sendo possível a aproximação com o Messias, os condutores descobriram o telhado da residência. Fizeram um buraco e baixaram o leito onde jazia o enfermo. Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico que seus pecados estavam perdoados. Alguns escribas presentes se indignaram e O consideraram blasfemo. Jesus lhes indagou o que era mais difícil: dizer que os pecados estavam perdoados ou mandar o paralítico andar. Então, disse ao enfermo para se levantar e andar, o que ele imediatamente fez. *   *   * Essa passagem evangélica dá ensejo a oportunas reflexões. Muitas pessoas confessam sua necessidade do Cristo. Dizem desejar Sua paz e Seu conforto. Afirmam-se cansadas das dores e das ardências do mundo. Mas, frequentemente, alegam obstáculos que …

Tu tens um medo

Tu tens um medo: acabar. Não vês que acabas todo dia? Que morres no amor; na tristeza; Na dúvida; no desejo. Que te renovas todo dia No amor; na tristeza; Na dúvida; no desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de morrer. E então serás eterno. *   *   * Cecília Meirelles nos faz pensar sobre esse medo imenso que ainda nos assusta: desaparecer, acabar, morrer. Alguns nem falam sobre o tema, por insegurança psicológica, como se falar ou não sobre esse fato natural, evitasse alguma coisa. Lidamos com a morte diariamente, querendo ou não refletir sobre ela. Alguns pensadores chegam a dizer que morremos um pouco todos os dias, ou ainda, que desde o instante de nosso nascimento já estamos caminhando rumo ao fim certo. Parecem constatações um tanto drásticas, se nos ativermos apenas à letra dura e objetiva. Quando, enfim, entendermos que a morte como destruição, como fim definitivo, não existe, quem sabe esse temor comece a ceder um pouco. A morte p…

Dentro ou fora das manchetes

Fora das manchetes  Quase todo dia se ouve dizer que a juventude somente anda às voltas com drogas e sexo irresponsável. As manchetes falam de jovens que assassinam seus pais, de outros que colocam fogo em índios e mendigos, que espancam pessoas pelas ruas e daqueles que ficam perambulando, quebrando telefones públicos, pichando muros ou destruindo praças públicas. Entretanto, por volta das seis horas da tarde, quando o sol, em pleno inverno, há muito se recolheu, e, no verão, ainda mostra a exuberância de sua forma, observa-se um belo tumulto de jovens de ambos os sexos, pelas ruas. Eles saem, em grupos, de escritórios, lojas, bancos, repartições públicas e se dirigem para escolas e faculdades, a fim de estudar, até lá pelas onze horas da noite. Enfrentaram um dia todo de atividades e, muita vez, por salários baixos, quando não como estagiários, sem remuneração, e agora se dispõem a uma jornada de estudos. Embaixo do braço levam sua pasta, recheada de apostilas, cadernos e livros. Ou a moc…

Razão e compreensão

Razão e compreensão  O relacionamento com aqueles com quem convivemos e nos encontramos é sempre um desafio de alto significado. O universo que cada um traz consigo, seu mundo particular, suas conquistas e dificuldades são expostas,  gerando, não poucas vezes, conflitos nas relações humanas. Naturalmente que, quanto mais próximas e frequentes forem essas relações, mais elas exigem de nós. Assim é que na vida em família, onde o verniz social e as aparências superficiais não se sustentam, os conflitos se mostram às vezes intensos. Porém, não por acaso, a Providência Divina escolhe, define e, algumas vezes mesmo nos consulta, para estabelecer com quem e entre quem estaremos iniciando uma nova jornada. Será no meio familiar que enfrentaremos os maiores desafios de relacionamento, e será ali, inúmeras vezes, que teremos as mais significativas lições para a vida. Além do próprio lar, encontraremos outras oportunidades de aprendizado. Será o vizinho um tanto excêntrico, o chefe pouco tolerante, o c…

Um gesto, Uma Atitude, valem mais que mil palavras ...

Você pode ignorar um selo dado com carinho, você pode pensar que não é importante receber um ... Mas acredite, se alguém gasta um tempo confeccionando algo pra te ofertar, esse gesto significa muito, pois, atitudes valem mais que mil palavras, palavras podem enganar, mas uma Atitude  mostra quem você é ... Amizade se constrói com atitudes ...


Um presente vindo do coração e recebido da mesma forma ...
Gracita agradeço a você, pelo carinho e dedicação  que nos dá sejamos nós   de perto ou de longe, Obrigada pela atenção! O que que vale na vida são esses  pequenos gestos de amizade, Tenha sempre dias FELIZES e muito SUCESSO em tudo que realizares ...

Se você ainda não conhece o espaço de Gracita, clique aqui >>  "Gracita" Visite e aprecie suas poesias ...


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Rafa e My

Professores

Professores  Você recorda o nome de sua primeira professora? Pois é, quase nunca lembramos. Mas, com certeza, recordamos dos nomes dos nossos professores universitários. E não é pelo fato da proximidade de nossa formatura. Nós os lembramos pelo cabedal de conhecimentos, pela experiência e segurança, dentro de sua área de atuação. Nós os recordamos porque partilharam das nossas lutas mais árduas, a fim de conseguirmos o tão ambicionado diploma. Nós os lembramos porque estiveram conosco nas pesquisas e nas orientações particulares. Também porque foram, muitas vezes, os que nos conduziram aos nossos primeiros estágios, ensaiando-nos para a carreira profissional. Alguns nos orientaram em nossas teses e monografias, a fim de alcançarmos as especializações que almejávamos. Temos razão em recordá-los e com gratidão. Entretanto, de nada adiantaria todo o conhecimento e a experiência deles na universidade, se não tivéssemos chegado até lá. E somente chegamos até lá porque em nossa infância, alguém de e…

De hoje em diante ...Nem mais um dia sem sorrir

Nem mais um dia sem sorrir  Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir. Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre. Uma nova vida é sempre um novo sorrir. Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós. Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra. Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade. E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância. Uma nova vida é sempre um novo sorrir. Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade. A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil…

A técnica do grito

A técnica do grito  Conta-se que nas ilhas Salomão, no Pacífico Sul, os nativos descobriram um jeito inteiramente diferente de derrubar árvores. Se algum tronco é grosso demais para ser abatido com os seus machados, eles o derrubam no grito. Isso mesmo, no grito. Lenhadores sobem na árvore toda manhã bem cedinho e se põem a gritar. Repetem o ritual durante trinta dias. A árvore morre e cai por terra. Segundo eles, o método nunca falha e a explicação, também segundo os nativos, é que, gritando, eles matam o espírito da árvore. Os civilizados logo pensam que se eles dispusessem de tecnologia moderna, poderiam simplesmente derrubar a árvore com máquinas poderosas, rapidamente e de forma mais eficiente. Entretanto, a técnica desses nativos nos leva a pensar em como nós ainda utilizamos o grito em nossas vidas. Gritamos no trânsito, quando um motorista desatento executa alguma manobra infeliz, dificultando a nossa livre circulação. Gritamos no jogo de futebol, com o juiz, o bandeirinha, o jogado…

Amor aos animais

Amor aos animais  Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austrália, quando caíram em um atoleiro semelhante à areia movediça. Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso. Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas não o fez. Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia. Sentou-se, então, ao lado dele tentando acalmá-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado. Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por três horas com os braços ao redor da cabeça do cavalo, tentando mantê-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama até o socorro chegar.

As Crianças, nossos mestres

Crianças, nossos mestres  Vivemos uma época deveras interessante. Ao lado de muito desamor, sucedem-se exemplos de altruísmo e solidariedade. Independentemente de serem ou não religiosas, as pessoas estão descobrindo que não há como ser feliz ao lado da desgraça alheia; Que não há como gozar os bens da Terra, cega e loucamente, enquanto muitos carecem do pouco; que não se pode falar em paz no mundo se não a cultivamos no próprio jardim. Enfim, que o homem somente pode alcançar a felicidade que idealiza se aprender a colaborar, construindo junto. Nesse empenho, com esperança crescente, se veem associações, empresas, instituições investirem em qualidade de vida, em sustentabilidade, em cooperação mútua. Somos, na Terra, um grande ser coletivo. O que a um afeta, ao outro alcança. Foi, portanto, com alegria, que assistimos a uma experiência realizada com crianças de variadas idades. Aos pares, meninos e meninas foram conduzidos a uma mesa, frente à qual se assentaram. A orientação que lhes foi dad…