18/01/2012

Refletindo ...


RENDIMENTO
Leve auxílio que estendas:
Mais apoio a servir-te.
A esperança que espalhes
E uma estrela a esperar-te.
Dor que tires dos outros,
Prova de que te afastas.
Doar felicidade
É retrata-la em nós.
Olha a semente humilde
E a colheita dos frutos.
Todo bem rende o bem
Pelas contas de Deus.
Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cãndido Xavier. Livro: Deus Sempre
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A MARCHA
Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte.” 
– Jesus. (Lucas, 13:33).
Importa seguir sempre, em busca da edificação espiritual definitiva. Indispensável caminhar, vencendo obstáculos e sombras, transformando todas as dores e dificuldades em degraus de ascensão.
Traçando o seu programa, referia-se Jesus à marcha na direção de Jerusalém, onde o esperava a derradeira glorificação pelo martírio. Podemos aplicar, porém, o ensinamento às nossas experiências incessantes no roteiro da Jerusalém de nossos testemunhos redentores.
É imprescindível, todavia, esclarecer a característica dessa jornada para a aquisição dos bens eternos.
Acreditam muitos que caminhar é invadir as situações de evidência no mundo, conquistando posições de destaque transitório ou trazendo as mais vastas expressões financeiras ao círculo pessoal.
Entretanto, não é isso.
Nesse particular, os chamados “homens de rotina” talvez detenham maiores probabilidades a seu favor.
A personalidade dominante, em situações efêmeras, tem a marcha inçada de perigos, de responsabilidades complexas, de ameaças atrozes. A sensação de altura aumenta a sensação de queda.
É preciso caminhar sempre, mas a jornada compete ao Espírito eterno, no terreno das conquistas interiores.
Muitas vezes, certas criaturas que se presumem nos mais altos pontos da viagem, para a Sabedoria Divina se encontram apenas paralisadas na contemplação de fogos fátuos.
Que ninguém se engane nas estações do falso repouso.
Importa trabalhar, conhecer-se, iluminar-se e atender ao Cristo, diariamente. Para fixarmos semelhante lição em nós, temos nascido na Terra, partilhando-lhe as lutas, gastando-lhe os corpos e nela tornaremos a nascer.
Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Pão Nosso

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A LÍNGUA
A língua também é fogo.” – Tiago, 3:6.
A desídia das criaturas justifica as amargas considerações de Tiago, em sua epístola aos companheiros.
O início de todas as hecatombes no Planeta localiza-se, quase sempre, no mau uso da língua.
Ela está posta, entre os membros, qual leme de embarcação poderosa, segunda lembra o grande apóstolo de Jerusalém.
Em sua potencialidade, permanecem sagrados recursos de criar, tanto quanto o leme de proporções reduzidas foi instalado para conduzir.
A língua detém a centelha divina do verbo, mas o homem, de modo geral, constuma desviá-la de sua função edificante, situando-a no pântano de cogitações subalternas e, por isto mesmo, vemo-la à frente de quase todos os desvarios da humanidade sofredora, cristalizada em propósitos mesquinhos, à mingua de humildade e amor.
Nasce a guerra da linguagem dos interesses criminosos, insatisfeitos. As grandes tragédias sociais se originam, em muitas ocasiões, da conversação dos sentimentos inferiores.
Poucas vezes a língua do homem há consolado e edificado os seus irmãos; reconheçamos, porém, que a sua disposição é sempre ativa para excitar, disputar, deprimir, enxovalhar, acusar e ferir desapiedadamente.
O discípulo sincero encontra nos apontamentos de Tiago uma tese brilhante para todas as suas experiências. E, quando chegue a noite de cada dia, é justo interrogue a si mesmo: – “Terei hoje utilizado a minha língua, com Jesus utilizou a dele?”
Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Pão Nosso
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MODOS
Manejar portas a pancadas ou pontapés.
Arrastar móveis com estrondo sem necessidade.
Censurar os pratos servidos à mesa.
Sentar-se desgovernadamente.
Assoar-se e examinar os resíduos recolhidos no lenço, junto dos outros, esquecendo que isso é mais fácil no banheiro mais próximo.
Bocejar ruidosamente enquanto alguém está com a palavra.
Falar como quem agride.
Efusões afetivas exageradas, em público.
Interromper a conversação alheia.
Não nos esqueçamos de que a gentileza e o respeito, no trato pessoal, também significam caridade.
André Luiz (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Sinal Verde

Um comentário:

  1. Queridos amigos,
    Retribuindo o carinho que recebo sempre de vocês, ofereço um "mimo" pra vocês lá no meu blog!Acesse esse link e pegue: http://ambienteseideias.blogspot.com/2012/01/um-carinho-mais.html
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    Um beijo e até sempre,
    Telma

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